Bem amigos, conforme falamos em sala de aula, fiquei de pesquisar e publicar o investimento por anunciante aqui no blog. Surpresa foi a notícia da Meio&Mensagem já publicar os dados do Ibope Monitor 2007, matéria escrita por Alexandre Zaghi Lemos.
Abaixo a relação dos 30 maiores anunciantes em 2007, que respondem por 27% do investimento publicitário total aferido no ano (R$ - em mil).
Anunciante
invetimento 2007
invetimento 2006
Abaixo a relação dos 30 maiores anunciantes em 2007, que respondem por 27% do investimento publicitário total aferido no ano (R$ - em mil).
Anunciante
invetimento 2007
invetimento 2006
1 Casas Bahia
2.765.590
2.093.896
2 Unilever
1.423.110
835.418
1.423.110
835.418
3 Caixa Econômica Federal
581.703
373.941
581.703
373.941
4 Ambev
537.030
481.207
537.030
481.207
5 Ford
512.203
363.404
512.203
363.404
6 Fiat
493.091
410.238
493.091
410.238
7 General Motors
441.208
416.151
441.208
416.151
8 Vivo
435.623
300.323
435.623
300.323
9 Claro
405.957
288.856
405.957
288.856
10 Colgate-Palmolive
401.016
260.495
401.016
260.495
11 Petrobras
396.250
347.453
396.250
347.453
12 Bradesco
389.464
312.962
389.464
312.962
13 Banco do Brasil
373.151
333.902
373.151
333.902
14 Ponto Frio
367.425
292.125
367.425
292.125
15 Grupo Pão de Açúcar
364.520
399.112
364.520
399.112
16 Volkswagen
349.132
243.504
349.132
243.504
17 Coca-Cola
333.264
225.207
333.264
225.207
18 Insinuante
300.533
235.166
300.533
235.166
19 Peugeot Citroën
319.694
222.320
319.694
222.320
20 Itaú
296.508
302.332
296.508
302.332
21 Kaiser
296.234
167.289
296.234
167.289
22 DM Farmacêutica
292.531
217.395
292.531
217.395
23 TIM
275.113
258.855
275.113
258.855
24 Cyrela
263.377
197.696
263.377
197.696
25 HSBC
258.627
152.758
258.627
152.758
26 Reckitt Benckiser
254.156
114.589
254.156
114.589
27 Avon
250.239
131.025
250.239
131.025
28 Hyundai Caoa
247.634
132.419
247.634
132.419
29 UOL
247.318
140.001
247.318
140.001
30 Telefônica
231.244
232.183
O ranking do Ibope Monitor com os anunciantes que mais compraram mídia em 2007 mostra que os dois líderes se distanciaram ainda mais no pelotão da frente. Casas Bahia continua imbatível no posto de maior investidora em mídia, somando R$ 2,765 bilhões, alta de 32% em relação ao ano anterior. A segunda colocada, Unilever, foi a empresa que apresentou a maior alta entre as líderes, avançando 70% e atingindo R$ 1,423 bilhão.
Entre as surpresas está a movimentação da Caixa Econômica Federal, que, com alta de 55%, somou R$ 582 milhões, subindo da sétima para a terceira posição. A Colgate-Palmolive é outra empresa que aumentou consideravelmente sua presença na mídia, em 54%.
O Ibope Monitor totalizou em R$ 51 bilhões o investimento em mídia no ano passado, o que representa alta de 30% em relação aos R$ 39 bilhões de 2006. Entretanto, o instituto reconhece que aproximadamente 10% desse valor se deve às mudanças em sua metodologia que aumentou de 29 para 37 as praças pesquisadas.
Visando dar maior precisão aos valores de investimento em mídia, o Ibope passou a considerar as veiculações nas salas de cinema de dez cidades, aumentou de 21 para 77 as emissoras de rádio monitoradas e adicionou mais oito mercados de TV aberta (Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, São Luiz e Teresina). Com isso, enquanto os dados de 2006 se referem a 29 praças de TV aberta, os de 2007 incluem 37. Os outros meios aferidos são revista, jornal, outdoor e TV por assinatura.
O levantamento, que considera os valores de tabelas dos veículos, sem levar em conta os descontos normalmente negociados com agências e anunciantes, não apresenta mudanças significativas na divisão do bolo publicitário brasileiro no ano passado. A soberana TV aberta avançou um ponto, fechando com 50% do total, assim como o rádio, que agora detém 4%. Jornal emagreceu dois pontos, ficando com 29%. O cinema estreou no estudo com 1%, enquanto a já minguada verba de outdoor foi nocauteada pelo Cidade Limpa, da capital paulista, sendo reduzida a 0,1%. Revistas (9%) e TV por assinatura (8%) mantiveram os percentuais de 2006.
Bases utilizadas: 2007 – Monitor Evolution, 37 mercados; 2006 – Monitor Plus, 29 mercados. Descontadas campanhas públicas de anunciantes governamentais, mídia interna, infomercial, televendas, veículos e empresas exclusivas de grupos de comunicação.
Abraços!
231.244
232.183
O ranking do Ibope Monitor com os anunciantes que mais compraram mídia em 2007 mostra que os dois líderes se distanciaram ainda mais no pelotão da frente. Casas Bahia continua imbatível no posto de maior investidora em mídia, somando R$ 2,765 bilhões, alta de 32% em relação ao ano anterior. A segunda colocada, Unilever, foi a empresa que apresentou a maior alta entre as líderes, avançando 70% e atingindo R$ 1,423 bilhão.
Entre as surpresas está a movimentação da Caixa Econômica Federal, que, com alta de 55%, somou R$ 582 milhões, subindo da sétima para a terceira posição. A Colgate-Palmolive é outra empresa que aumentou consideravelmente sua presença na mídia, em 54%.
O Ibope Monitor totalizou em R$ 51 bilhões o investimento em mídia no ano passado, o que representa alta de 30% em relação aos R$ 39 bilhões de 2006. Entretanto, o instituto reconhece que aproximadamente 10% desse valor se deve às mudanças em sua metodologia que aumentou de 29 para 37 as praças pesquisadas.
Visando dar maior precisão aos valores de investimento em mídia, o Ibope passou a considerar as veiculações nas salas de cinema de dez cidades, aumentou de 21 para 77 as emissoras de rádio monitoradas e adicionou mais oito mercados de TV aberta (Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, São Luiz e Teresina). Com isso, enquanto os dados de 2006 se referem a 29 praças de TV aberta, os de 2007 incluem 37. Os outros meios aferidos são revista, jornal, outdoor e TV por assinatura.
O levantamento, que considera os valores de tabelas dos veículos, sem levar em conta os descontos normalmente negociados com agências e anunciantes, não apresenta mudanças significativas na divisão do bolo publicitário brasileiro no ano passado. A soberana TV aberta avançou um ponto, fechando com 50% do total, assim como o rádio, que agora detém 4%. Jornal emagreceu dois pontos, ficando com 29%. O cinema estreou no estudo com 1%, enquanto a já minguada verba de outdoor foi nocauteada pelo Cidade Limpa, da capital paulista, sendo reduzida a 0,1%. Revistas (9%) e TV por assinatura (8%) mantiveram os percentuais de 2006.
Bases utilizadas: 2007 – Monitor Evolution, 37 mercados; 2006 – Monitor Plus, 29 mercados. Descontadas campanhas públicas de anunciantes governamentais, mídia interna, infomercial, televendas, veículos e empresas exclusivas de grupos de comunicação.
Abraços!