Pois bem, 2008 começou com muitos desafios, principalmente no que diz respeito à mídia. Continuamos em um mundo de transformação e avanços em vários quesitos relacionados com a comunicação e, principalmente, os meios de distribuição da informação. Claro, lembro que a distribuição é cada vez mais no sentido de mão dupla.
São novas ferramentas de pesquisa, novas métricas para avaliação de resultados, novas formas de rastrear os hábitos de consumo da audiência, novos códigos comportamentais, entre outras tantas coisas. Os meios de comunicação tradicionais vivem um momento de euforia para aumentar suas receitas, alcance, etc, investindo cada vez mais em inovação de formatos, alinhando o tradicional, chamado de “off”, com várias outras plataformas de Internet e mobile marketing, chamadas de “on”.
Por falar em “on”, está semana, participei durante três dias, de oficinas relacionadas a Internet, permeadas em comunicação. Entre os temas: planejamento de ações em marketing digital, blogs corporativos, gerenciamentos de projetos WEB, etc. É incrível como o internet está cada vez mais no papel de ferramenta de comunicação do futuro, com resultados excelentes, comunicação one-to-one, sem falar nos investimentos altíssimos em tecnologia de softwares de inteligência artificial. Entre os principais formatos atuais da mídia “on” está a deflagração de campanhas de marketing viral, seja ela pelo Youtube, redes sociais como o Orkut, MySpace, Flickr e os blogs.
A grande sacada é desenvolver conteúdos criativos, de forma simples e que pareçam ter sido produzidos de jeito amador e com o testemunho de usuários. Outra coisa importante é que quando “startada”, a campanha inicia-se no topo de uma pirâmide. Primeiro são atingidas “pessoas chaves” para distribuir os conteúdos para a segunda escala, formadas por grupos influenciadores que vai distribuir a mensagem para seus contatos de amigos, o chamado “networking”. Para ficar mais claro, vai um exemplo: lembram daquele vídeo que o Ronaldinho Gaúcho, pouco antes da copa do mundo, estava sentado em um campo de futebol e recebe da mãos de um assessora da Nike e chuta várias vezes a bola na trave?? Então, aquilo foi desenvolvido por uma agência de comunicação na Espanha. Assista: http://www.youtube.com/watch?v=lsO6D1rwrKc. Bom, segundo apresentado, os resultados de acessos cresceram em 400% o acesso ao site da Nike. Pasme, o briefing foi assim: não temos dinheiro para campanha de massa, mas precisamos promover o site da Nike. Pois vem, não gastaram um centavo em veiculação de mídia. Apenas o fee da agência, cachê e um câmera-maker.
Pois bem amigos, nesses tempos de mudanças, como será a comunicação do futuro? Será que ainda existirão os meios de massa? Será que o “off” vai mesmo se desligar? Será que viveremos um apocalipse da auto-produção de conteúdo, tanto editorial, quanto comercial, por parte das empresas para poder comunicar seus produtos e serviços, de forma segmentada por pessoa, neste novo termo “on”? E para dar certo, testaremos nossos produtos em blogs e fóruns de discussão que terão acesso em primeira mão aos lançamentos?
O que acham? Deixem suas opiniões.
São novas ferramentas de pesquisa, novas métricas para avaliação de resultados, novas formas de rastrear os hábitos de consumo da audiência, novos códigos comportamentais, entre outras tantas coisas. Os meios de comunicação tradicionais vivem um momento de euforia para aumentar suas receitas, alcance, etc, investindo cada vez mais em inovação de formatos, alinhando o tradicional, chamado de “off”, com várias outras plataformas de Internet e mobile marketing, chamadas de “on”.
Por falar em “on”, está semana, participei durante três dias, de oficinas relacionadas a Internet, permeadas em comunicação. Entre os temas: planejamento de ações em marketing digital, blogs corporativos, gerenciamentos de projetos WEB, etc. É incrível como o internet está cada vez mais no papel de ferramenta de comunicação do futuro, com resultados excelentes, comunicação one-to-one, sem falar nos investimentos altíssimos em tecnologia de softwares de inteligência artificial. Entre os principais formatos atuais da mídia “on” está a deflagração de campanhas de marketing viral, seja ela pelo Youtube, redes sociais como o Orkut, MySpace, Flickr e os blogs.
A grande sacada é desenvolver conteúdos criativos, de forma simples e que pareçam ter sido produzidos de jeito amador e com o testemunho de usuários. Outra coisa importante é que quando “startada”, a campanha inicia-se no topo de uma pirâmide. Primeiro são atingidas “pessoas chaves” para distribuir os conteúdos para a segunda escala, formadas por grupos influenciadores que vai distribuir a mensagem para seus contatos de amigos, o chamado “networking”. Para ficar mais claro, vai um exemplo: lembram daquele vídeo que o Ronaldinho Gaúcho, pouco antes da copa do mundo, estava sentado em um campo de futebol e recebe da mãos de um assessora da Nike e chuta várias vezes a bola na trave?? Então, aquilo foi desenvolvido por uma agência de comunicação na Espanha. Assista: http://www.youtube.com/watch?v=lsO6D1rwrKc. Bom, segundo apresentado, os resultados de acessos cresceram em 400% o acesso ao site da Nike. Pasme, o briefing foi assim: não temos dinheiro para campanha de massa, mas precisamos promover o site da Nike. Pois vem, não gastaram um centavo em veiculação de mídia. Apenas o fee da agência, cachê e um câmera-maker.
Pois bem amigos, nesses tempos de mudanças, como será a comunicação do futuro? Será que ainda existirão os meios de massa? Será que o “off” vai mesmo se desligar? Será que viveremos um apocalipse da auto-produção de conteúdo, tanto editorial, quanto comercial, por parte das empresas para poder comunicar seus produtos e serviços, de forma segmentada por pessoa, neste novo termo “on”? E para dar certo, testaremos nossos produtos em blogs e fóruns de discussão que terão acesso em primeira mão aos lançamentos?
O que acham? Deixem suas opiniões.
Na minha visão ainda é cedo para prever, mas que vai mudar... ah, isso vai!
Boa semana para todos!
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