segunda-feira, 19 de maio de 2008

Novo blog!!!!!

Galera,

Estou centralizando meus blogs em um só!!!

Acessem: douglasmiquelof.wordpress.com

Espero vocês lá!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Ranking por anunciante

Bem amigos, conforme falamos em sala de aula, fiquei de pesquisar e publicar o investimento por anunciante aqui no blog. Surpresa foi a notícia da Meio&Mensagem já publicar os dados do Ibope Monitor 2007, matéria escrita por Alexandre Zaghi Lemos.

Abaixo a relação dos 30 maiores anunciantes em 2007, que respondem por 27% do investimento publicitário total aferido no ano (R$ - em mil).


Anunciante
invetimento 2007
invetimento 2006

1 Casas Bahia
2.765.590
2.093.896
2 Unilever
1.423.110
835.418
3 Caixa Econômica Federal
581.703
373.941
4 Ambev
537.030
481.207
5 Ford
512.203
363.404
6 Fiat
493.091
410.238
7 General Motors
441.208
416.151
8 Vivo
435.623
300.323
9 Claro
405.957
288.856
10 Colgate-Palmolive
401.016
260.495
11 Petrobras
396.250
347.453
12 Bradesco
389.464
312.962
13 Banco do Brasil
373.151
333.902
14 Ponto Frio
367.425
292.125
15 Grupo Pão de Açúcar
364.520
399.112
16 Volkswagen
349.132
243.504
17 Coca-Cola
333.264
225.207
18 Insinuante
300.533
235.166
19 Peugeot Citroën
319.694
222.320
20 Itaú
296.508
302.332
21 Kaiser
296.234
167.289
22 DM Farmacêutica
292.531
217.395
23 TIM
275.113
258.855
24 Cyrela
263.377
197.696
25 HSBC
258.627
152.758
26 Reckitt Benckiser
254.156
114.589
27 Avon
250.239
131.025
28 Hyundai Caoa
247.634
132.419
29 UOL
247.318
140.001
30 Telefônica
231.244
232.183


O ranking do Ibope Monitor com os anunciantes que mais compraram mídia em 2007 mostra que os dois líderes se distanciaram ainda mais no pelotão da frente. Casas Bahia continua imbatível no posto de maior investidora em mídia, somando R$ 2,765 bilhões, alta de 32% em relação ao ano anterior. A segunda colocada, Unilever, foi a empresa que apresentou a maior alta entre as líderes, avançando 70% e atingindo R$ 1,423 bilhão.

Entre as surpresas está a movimentação da Caixa Econômica Federal, que, com alta de 55%, somou R$ 582 milhões, subindo da sétima para a terceira posição. A Colgate-Palmolive é outra empresa que aumentou consideravelmente sua presença na mídia, em 54%.

O Ibope Monitor totalizou em R$ 51 bilhões o investimento em mídia no ano passado, o que representa alta de 30% em relação aos R$ 39 bilhões de 2006. Entretanto, o instituto reconhece que aproximadamente 10% desse valor se deve às mudanças em sua metodologia que aumentou de 29 para 37 as praças pesquisadas.

Visando dar maior precisão aos valores de investimento em mídia, o Ibope passou a considerar as veiculações nas salas de cinema de dez cidades, aumentou de 21 para 77 as emissoras de rádio monitoradas e adicionou mais oito mercados de TV aberta (Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, São Luiz e Teresina). Com isso, enquanto os dados de 2006 se referem a 29 praças de TV aberta, os de 2007 incluem 37. Os outros meios aferidos são revista, jornal, outdoor e TV por assinatura.

O levantamento, que considera os valores de tabelas dos veículos, sem levar em conta os descontos normalmente negociados com agências e anunciantes, não apresenta mudanças significativas na divisão do bolo publicitário brasileiro no ano passado. A soberana TV aberta avançou um ponto, fechando com 50% do total, assim como o rádio, que agora detém 4%. Jornal emagreceu dois pontos, ficando com 29%. O cinema estreou no estudo com 1%, enquanto a já minguada verba de outdoor foi nocauteada pelo Cidade Limpa, da capital paulista, sendo reduzida a 0,1%. Revistas (9%) e TV por assinatura (8%) mantiveram os percentuais de 2006.

Bases utilizadas: 2007 – Monitor Evolution, 37 mercados; 2006 – Monitor Plus, 29 mercados. Descontadas campanhas públicas de anunciantes governamentais, mídia interna, infomercial, televendas, veículos e empresas exclusivas de grupos de comunicação.

Abraços!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Ações de cross media e cross marketing neste carnaval

Caros, venho notando nesta última semana e durante os dias de início deste carnaval, as ações cada vez mais cooperadas e integradas entre os meios e veículos de comunicação com as empresas de promoções, incentivos e eventos, que muitas vezes, inconscientemente, vem desenvolvendo trabalhos que apontam para uma ação de cross media e cross marketing de forma natural.

É nítido que com os processos de comunicação e as definições de espaço e trabalhos bem explícitos, favorecem para que empresas, principalmente as ligadas neste segmento, realizem esforços em cada especialidade, mas com um formato único para atender seus clientes, aumentando a eficiência nos resultados junto aos consumidores. E outra, no mercado publicitário hoje em dia, cada vez mais se divide o pão “verba” ou não leva nada para casa.

Em um passado não tão longínquo, isso era praticamente impossível, os anunciantes tinham enormes departamentos de marketing, centralizadores de todos os “cores comunication”, que disparavam briefings e jobs para diversos fornecedores, sem que eles pudessem cruzar dados e coletar resultados de uma forma integrada. Exemplo: quantas não eram as campanhas de verão que as agências de publicidade desenvolviam filmes publicitários para TV e no ponto de venda não tínhamos nem material que fosse alusivo ao tema e os conceitos da campanha, pois não havia integração com a agência que desenvolvia materiais e ações no PDV.

Uma das campanhas que me levaram a notar essa inteligência mercadológica, aconteceu em uma viagem que fiz a cidade do Rio de Janeiro na semana passada. A Claro, empresa de telefonia celular, me acompanhou desde a saída de São Paulo até a cidade maravilhosa, os dois dias que lá estive e no retorno para a terra da garoa. Através de painéis no aeroporto, promotoras nos embarques e desembarque, um completo planejamento de mídia impressa, eletrônica, on-line e mobile, devo ter sido impactado umas trinta vezes em três dias. Entre promoções e facilidades, uma parte era destinada as vantagens de ser um cliente Claro, como cobertura, serviços de assistência ao usuário, seguros, etc. Era nítido que vários fornecedores agiram de forma independente, porém alinhados com a proposta do cliente. Com certeza o dono da agência de promoção conversou com o dono da agência de reposição, que por sua vez conversaram com o diretor de atendimento da agência de comunicação, que conversou com os diversos outros fornecedores e que todos conversaram com o marketing da Claro.

O mais importante: para mim, que me preocupo com a performance das operações que um celular pode realizar e os serviços que uma operadora pode oferecer, foi positivo. A pergunta que deixo é a seguinte: será que para as outras tantas pessoas o impacto, destas ações cooperadas, foi o mesmo? Como será que vai ser o ROI desta ação?

Abraços

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

A mídia on e a mídia off....

Pois bem, 2008 começou com muitos desafios, principalmente no que diz respeito à mídia. Continuamos em um mundo de transformação e avanços em vários quesitos relacionados com a comunicação e, principalmente, os meios de distribuição da informação. Claro, lembro que a distribuição é cada vez mais no sentido de mão dupla.

São novas ferramentas de pesquisa, novas métricas para avaliação de resultados, novas formas de rastrear os hábitos de consumo da audiência, novos códigos comportamentais, entre outras tantas coisas. Os meios de comunicação tradicionais vivem um momento de euforia para aumentar suas receitas, alcance, etc, investindo cada vez mais em inovação de formatos, alinhando o tradicional, chamado de “off”, com várias outras plataformas de Internet e mobile marketing, chamadas de “on”.

Por falar em “on”, está semana, participei durante três dias, de oficinas relacionadas a Internet, permeadas em comunicação. Entre os temas: planejamento de ações em marketing digital, blogs corporativos, gerenciamentos de projetos WEB, etc. É incrível como o internet está cada vez mais no papel de ferramenta de comunicação do futuro, com resultados excelentes, comunicação one-to-one, sem falar nos investimentos altíssimos em tecnologia de softwares de inteligência artificial. Entre os principais formatos atuais da mídia “on” está a deflagração de campanhas de marketing viral, seja ela pelo Youtube, redes sociais como o Orkut, MySpace, Flickr e os blogs.

A grande sacada é desenvolver conteúdos criativos, de forma simples e que pareçam ter sido produzidos de jeito amador e com o testemunho de usuários. Outra coisa importante é que quando “startada”, a campanha inicia-se no topo de uma pirâmide. Primeiro são atingidas “pessoas chaves” para distribuir os conteúdos para a segunda escala, formadas por grupos influenciadores que vai distribuir a mensagem para seus contatos de amigos, o chamado “networking”. Para ficar mais claro, vai um exemplo: lembram daquele vídeo que o Ronaldinho Gaúcho, pouco antes da copa do mundo, estava sentado em um campo de futebol e recebe da mãos de um assessora da Nike e chuta várias vezes a bola na trave?? Então, aquilo foi desenvolvido por uma agência de comunicação na Espanha. Assista:
http://www.youtube.com/watch?v=lsO6D1rwrKc. Bom, segundo apresentado, os resultados de acessos cresceram em 400% o acesso ao site da Nike. Pasme, o briefing foi assim: não temos dinheiro para campanha de massa, mas precisamos promover o site da Nike. Pois vem, não gastaram um centavo em veiculação de mídia. Apenas o fee da agência, cachê e um câmera-maker.

Pois bem amigos, nesses tempos de mudanças, como será a comunicação do futuro? Será que ainda existirão os meios de massa? Será que o “off” vai mesmo se desligar? Será que viveremos um apocalipse da auto-produção de conteúdo, tanto editorial, quanto comercial, por parte das empresas para poder comunicar seus produtos e serviços, de forma segmentada por pessoa, neste novo termo “on”? E para dar certo, testaremos nossos produtos em blogs e fóruns de discussão que terão acesso em primeira mão aos lançamentos?

O que acham? Deixem suas opiniões.

Na minha visão ainda é cedo para prever, mas que vai mudar... ah, isso vai!

Boa semana para todos!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

2008... vamos lá!

Olá,

Faz tempo que aqui não escrevo, mas pretendo fazer uma manutenção semanal deste blog, com assuntos pertinentes ao tema, focado em quatro pilares:

- Fonte de apoio para os alunos da disciplina do curso de Propaganda e Marketing da FMU, ministrada por mim;
- Publicação de idéias e reflexões sobre assuntos em destaque da semana;
- Fomentar a discussão das tecnologias, plataformas, ferramentais, formatos de comunicação e diretrizes da mídia discutindo o passado, o presente e o futuro;
- O impacto da mídia na sociedade global.

Sendo assim, apertem os cintos!

Falamos!

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Para facilitar

Caros alunos,

Para facilitar o acesso aos links para downloads das aulas, criei aqui ao lado direito uma postagem fixa, com as aulas. Conforme vou atualizando, incluirei os novos arquivos.

Até breve

sábado, 18 de agosto de 2007

Links complementares

Turma,


Segue dois links.

Abaixo, entrevista que cedi para o caderno de emprego do Estadão em junho, publicado depois também em um site do UOL.


http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/primeiro/noticias/ge060607.htm

Este outro, trata-se de entrevista para o caderno mensal jornal da Cultura & Educação, do professor Wagner Horta. Clique no link, depois na edição 166, página 10.


http://www.agenciaeducacao.com.br/revista_julho/revista.html

Espero que gostem.